Esse Jogo é PEAK!
A explosão de jogos multiplayer, especialmente Cooperativos, trouxe títulos inovadores e começou a se tornar uma das maiores febres entre amigos procurando diversão em companhia e risadas honestas. Desde o imenso sucesso de Among Us (2018, Innersloth) o mercado de games multiplayer com foco em comédia e estratégia se abriu em um leque de variedades para todos os tipos de público, e foi no meio desse turbilhão de hits e flops dentro do gênero que surgiu um jogo que é literalmente PEAK.

Lançado em Junho de 2025 pela junção dos estúdios independentes Landfall e Aggro Crab
, PEAK é um jogo multiplayer cooperativo que coloca você e mais três amigos em uma pós-queda de avião que os deixou em uma ilha deserta no meio do nada. Vocês precisam explorar a ilha e subir até seu ponto mais alto, de onde será possível pedir pelo seu resgate e ir embora deste fim-de-mundo.
Com uma proposta tão simples, quem experimentou o jogo acabou se surpreendendo desde o primeiro segundo, explodindo em gargalhadas e recomendando aos seus melhores amigos. Aqui, vamos analisar cada pedaço desta obra de arte e entender por que PEAK é Peak!
Primeiras Impressões e Estilo Visual
Antes de começar a gameplay de fato, o jogo te manda para um lobby de Aeroporto, onde você pode se juntar aos seus amigos e decidir a dificuldade da aventura que está por vir. Neste lobby, o jogador pode customizar seu personagem, interagir com paredes de escalada esportiva, uma cesta e bolas de basquete, cordas, esteiras rolantes e até mesmo um tabuleiro gigante de xadrez. Essa escolha de design resulta em um jogo que não precisa de tutoriais, pois antes mesmo do jogo iniciar você tem o tempo que quiser para aprender todos os movimentos possíveis do jogo e como eles se comportam em diferentes superfícies, ângulos, e ajuda até mesmo a acostumar mais rapidamente à sua câmera em primeira pessoa.

Tudo é vibrante, todos os personagens são coloridos e têm centenas de opções de customização de roupas, aparência e acessórios. As decorações dão sempre uma sensação de grandeza exagerada, deixando o jogador se sentindo ainda menor quando chega à montanha. O estilo cartunizado e propositalmente “esquisito” se encaixa perfeitamente na proposta cômica do jogo, e rapidamente você percebe que a obra foi feita para te tirar do sério - em diversas formas diferentes!
Chegando à praia - onde sua aventura se inicia - o tamanho exagerado de tudo continua chamando a atenção: coqueiros, rochedos e colinas vão te levando até a montanha, e a partir daí, o desafio de verdade começa.
Os Biomas
Um dos pontos mais interessantes do jogo é que você não irá escalar uma montanha, mas sim várias. A ilha é maior do que parece no começo do jogo e passa por variados climas e biomas que alteram completamente o estilo de jogo e a forma de interagir com os obstáculos.
A Praia
O primeiro bioma será sempre a Praia, e você vai se acostumar bem rápido a chegar no seu topo. Você acorda na areia da praia com seus amigos após a queda do avião e deverá começar ali mesmo a buscar mantimentos para sobreviver, sabe-se lá quanto tempo, nesta ilha misteriosa.
O nível de dificuldade baixo deste bioma serve exatamente para o jogador aprender todas as mecânicas do jogo sem necessidade de longos tutoriais e explicações. Você logo percebe que poças gosmentas e roxas no chão fazem você cair e ser envenenado por um curto tempo, que existem armadilhas como espinhos e becos sem saída no meio da montanha, e que você precisará lidar com a sua barra de stamina, que ao longo do tempo irá ser tomada por cansaço, fome, calor, frio, veneno e todos os outros tipos de perigos que você pode imaginar. E claro: machucados seríssimos causados por hilárias quedas de alturas absurdas.

Neste bioma, você também aprende que a parte mais importante para a escalada é saber guardar os itens que você encontra dentro de maletas perdidas na ilha para usá-los no melhor momento possível, afinal de contas, você acabou de se meter em um imenso (e muito alto) teste de sobrevivência, persistência e, muitas vezes, paciência.
O jogo tem um sistema interno de geração de mapa que, a cada 24 horas, faz com que cada bioma seja gerado do zero, garantindo que você terá o proveito máximo da rejogabilidade mesmo se acabar viciando e jogando todo santo dia.
Trópicos/Raízes
Ao terminar de subir a primeira montanha próxima à costa da ilha, você terá tempo para acender uma fogueira com seus amigos, repor um pouco do estoque de itens e até mesmo reviver algum aliado que tenha... “perecido” ao longo da escalada.
Depois do merecido descanso, o jogo te guiará para o segundo bioma do jogo, e é aqui que os mapas começam a ficar cada vez mais interessantes e, além disso, rotativos!
A cada dia, o jogo não apenas gera um mapa novo, mas também seleciona entre duas opções para as fases 2, 3 e, de acordo com os desenvolvedores, em breve também no quarto estágio. Na fase 2, os mapas rotacionam entre os Trópicos e as Raízes.
Trópicos
Por muito tempo considerado o bioma mais difícil de todo o jogo, a escalada não é tão complexa assim, mas te deixará de pernas para o ar com a quantidade de perigos e armadilhas espalhadas pela densa mata tropical.

Em Trópicos, você se sente no meio de uma espécie de Amazônia antes de ser tocada por qualquer humano, quase pré-histórica de tão selvagem. Apesar dos lindos visuais, você logo aprenderá que aqui não é lugar para brincadeira: tem planta que explode, outra que expele uma gigantesca nuvem de veneno, vinhas imensas e difíceis de se manter em cima, vinhas espinhosas, colmeias de abelhas e até mesmo cipós para se sentir o próprio Tarzan em diversos trechos do percurso.
Ah, e se prepare para ter que esperar a chuva passar, pois quando começa a cair água você deslizará nas rochas e a escalada se tornará quase impossível.
Este mapa também é muito rico em recursos naturais como frutas, cogumelos e ervas medicinais, mas para encontrá-los você muitas vezes precisará sair do seu caminho e enfrentar a segunda natureza mais assustadora do mundo (depois da Austrália).
Raízes
Se você jogou PEAK ontem, a segunda fase era Trópicos, hoje ela será substituída por Raízes.
Este bioma foi a mais recente adição dos desenvolvedores aos mapas do jogo, e por isso também tem uma quantidade quase absurda de coisas pra você prestar atenção. Só para começo de conversa, se você não estiver jogando no modo Pés Macios, se prepare para ter que correr e sobreviver a um ataque de zumbis!

A variedade de cogumelos não só aumenta aqui, mas dá a eles efeitos variados que mudam todo dia só pra te surpreender quando precisar de um alimento rápido e abundante. Tem cogumelo que te envenena até cogumelo que te faz flutuar por alguns segundos (literalmente salvando vidas, em muitas ocasiões). Existem cipós e cogumelos gigantes para saltar como num pula-pula, árvores comicamente gigantescas que são muitas vezes essenciais para se escalar as partes mais complexas da montanha e até besouros gigantes que, se você se aproximar demais, te jogam para longe... E lá embaixo!
Em contrapartida à chuva em Trópicos, aqui você terá que enfrentar constantes ventanias que podem simplesmente te jogar de onde você estiver e causar facilmente o fim de uma run. Diferente da chuva, na qual você precisa esperar em pé sobre alguma plataforma, aqui você se protege ao se segurar em superfícies verticais para não ser levado embora. Jogue perto das paredes e das árvores gigantes! Menos as que tiverem aranhas penduradas em suas copas!
A curva de dificuldade continua alta vindo da Praia, mas por ser um bioma mais recente, acabou aproveitando muito do melhor que a criatividade dos desenvolvedores poderia dar, acabando por ser uma panela de pressão borbulhando de coisas para prestar atenção e não acabar indo dessa para uma pior.
Alpino/Mesa
Quando você finalmente se livrar de todos os perigos da segunda fase, você terá mais um acampamento para descansar. Lembre-se de que, a cada acampamento, a quantidade de mantimentos como marshmallows e hot-dogs vai sempre sendo reduzida, obrigando os jogadores a saberem dividir melhor todos os suprimentos entre si. Ao terminar o acampamento, você deverá estar preparado para os maiores desafios verticais da ilha: Alpino e Mesa, os dois mapas em que é possível encontrar capivaras descansando em um laguinho.
Alpino
Assim como Trópicos, Alpino é um mapa já incluso no lançamento inicial do jogo, o que faz com que o mapa tenha significativamente menos perigos iminentes se comparado à Mesa, sua contraparte. Isso não faz com que este bioma seja fácil - na verdade, é bem o contrário!
Os perigos podem variar de dia para dia, pois algumas vezes o mapa gera geysers em uma quantidade imensa logo no começo do mapa. Estes geysers podem simplesmente explodir quando um jogador passa perto, causando dano de fogo e, muito provavelmente, também um machucado na sua barra de stamina. Os mantimentos aqui são escassos, e isso gera urgência - especialmente quando, a cada certo intervalo de segundos, uma nevasca pode tomar o bioma inteiro e completamente congelar quem não estiver preparado para lidar com as ventanias abaixo de zero.

A comida é muito rara, e algumas partes da montanha são feitas de gelo puro que causa frio intenso e, consequentemente, congelamento a personagens que permanecerem tocando sua superfície por muito tempo. Os perigos aqui definitivamente são mais estáticos e mais facilmente evitáveis, mas merecem atenção. O desafio vertical também sobe de nível, com rochas que enganam sua perspectiva e muitas vezes fazem você ficar escalando por muito mais tempo do que deveria, gastando toda sua stamina e causando uma perda para o seu grupo.
Mesa
Sabe os desafios estáticos e evitáveis em Alpino? Pois é, Mesa traz o completo oposto. Logo de cara, você consegue ver que terá que fugir de tornados e uma quantidade comicamente grande de cactos que podem te causar muito dano com seus espinhos. Aqui, o sol forte te queima, te obrigando a atravessar o bioma durante a noite ou com o uso dos itens raros Protetor Solar ou Parassol.
Este bioma tem três mini-estágios para completar: o primeiro desafio é horizontal, pois você deverá atravessar o deserto se protegendo do sol, dos tornados e dos espinhos. Bolas de feno podem passar do nada e te jogar para muito longe, além de ter sempre pelo menos um ninho de Formiga-Leão, um inseto gigante que pode ser o fim da sua campanha se você cair na sua armadilha e tomar suas mordidas.

O mapa também te enganará com miragens, mostrando oásis e maletas que desaparecem quando você se aproxima. Após atravessar essa planície fatal, você dará de cara com o segundo mini-estágio: o cânion. Aqui, uma queda pode significar o fim, mas se você prestar atenção em onde pisa e para onde vai, acaba sendo um percurso bem tranquilo. Cuidado com os escorpiões, aliás! Eles são lentos, mas o veneno deles é muito perigoso!
Depois de chegar ao outro lado do cânion, você se depara com o desafio final do bioma: a montanha em si. Aqui, você não precisa se preocupar com tornados - eles ficaram lá para trás. Mas você vai ter que se preocupar muito com as dinamites espalhadas pelo mapa, cujos pavios acendem com a proximidade do jogador e as explosões podem ser frustrantes.
Escorpiões e cactos continuam tentando te atrapalhar, e assim como em Alpino, mantimentos são muito escassos e necessários. Mas você pode sempre tentar pegar um escorpião na mão, atirá-lo rapidamente contra uma dinamite recém-acendida e sair correndo. Depois da explosão, o escorpião estará cozido e pronto para consumo (além de ser muito nutritivo).
Não gostou da dieta do escorpião? Você também pode comer frutas-cacto que vão obrigar seus amigos a passarem alguns segundos removendo espinhos do seu personagem. Você que sabe.
Caldeira/???
Algo ainda não mencionado, mas muito importante em PEAK é a Neblina. Essa neblina sobe lentamente conforme os jogadores vão atingindo certos pontos da escalada, e causa congelamento àqueles que acabam não conseguindo subir mais rápido que ela. A partir da quarta fase, a Neblina não será mais uma preocupação, dando significativamente mais tempo para você e seus amigos pensarem na melhor estratégia para o percurso a seguir.
Após seu terceiro acampamento com seus amigos ao redor da fogueira, você dará de cara com a Caldeira - o único bioma atualmente lançado para a quarta e penúltima fase do jogo. Os desenvolvedores já afirmaram que, em breve, lançarão o novo bioma que irá rotacionar com Caldeira, e nós ainda não sabemos o que é.

Enquanto isso, prepare seu fôlego e sua paciência, pois aqui o chão é lava! Este desafio, mais horizontal do que vertical, faz com que o jogo tenha uma sessão totalmente platformer, esperando a lava abaixar para pular para a próxima parte, esquivando-se de labaredas fatais, pedras fumegando de quentes e, de vez em quando, queimando as mãos de quem se arrisca a se pendurar nas correntes entre plataformas e rochas.
A urgência vertical da Neblina desaparece, mas a sensação de perigo iminente permanece. Apesar de ser um mapa considerado mais fácil pela comunidade, ele tem ainda menos mantimentos do que qualquer um dos biomas anteriores, e quanto mais você demora para tomar suas decisões, mais a fome aumenta, os machucados se acumulam e as queimaduras te dificultam a vida.
Assim que você chegar ao fim do bioma, o mapa lhe dará uma quantidade muito grande de maletas de suprimentos, equipamentos e comida. E você sabe o que significa quando o jogo te dá coisas demais assim, de mão beijada.
O Chefão Final: A Fornalha
Após sobreviver às labaredas da Caldeira, o jogo te leva para dentro de uma montanha - mais especificamente, um vulcão. A Fornalha é cruel, difícil e muitas vezes causa tontura nos jogadores, pois aqui sua escalada é de dentro para fora.

E lembra da Neblina? Pois é, ela não existe aqui também, mas o chão também é lava e essa lava, da mesma forma que a Neblina se comporta, começará a se elevar após um certo tempo de subida. Sim, você está dentro de um vulcão em erupção e precisa chegar ao topo antes de todo o magma.
É difícil conseguir planejar seus próximos passos em um mapa mais escuro e com espaço mais limitado. Você não está mais escalando uma montanha por fora, e é muito mais difícil conseguir parar em algum platô para calcular para onde ir. Eventualmente, rochas brilhando de tão quentes vão estar no seu caminho, e se já tinha pouco loot na Caldeira, imagina por aqui!
Pelo menos a Fornalha é o último teste para a sua sobrevivência, e quanto mais a luz no fim do túnel (ou... no topo do vulcão) vai se aproximando, mais perto você está de conseguir seu resgate.
O Pico
Sim, a Fornalha é a fase final do jogo, e no pico mais alto da ilha, você consegue acender um sinalizador e atrair um helicóptero de resgate, terminando ali sua aventura.
Apesar do jogo parecer curto, a curva de dificuldade é desafiadora e muda diariamente, dependendo da sequência de mapas e do RNG dos itens que você conseguir pegar. Isso, no final do dia, significa que PEAK oferece rejogabilidade infinita - especialmente se seus amigos estiverem juntos.
Gameplay, Aspectos Técnicos e a Comunidade
Os mapas são difíceis, mas jogar PEAK é na verdade muito fácil. Além de o jogo te ensinar tudo passivamente desde o aeroporto, cada vez que você tenta de novo, você acaba por descobrir novas formas de explorar cada mapa e cada aventura. Ainda mais sabendo que, amanhã, a aventura será completamente diferente e igualmente desafiadora. O jogo oferece o Modo Pés Macios, no qual a Neblina nem a lava da Fornalha sobem, tirando o limite de tempo e transformando a experiência de escalada em um verdadeiro Cozy Game. Neste modo, a stamina também demora mais para ser consumida e os loots são mais generosos.

O jogo também é muito aberto ao público a respeito de feedbacks, novas ideias, inclusão e acessibilidade. Existe um “Modo Insectofobia”, que transforma todas as criaturas insetoides do jogo, como besouros, aranhas e carrapatos, no mascote do jogo, um simpático boneco de pelúcia verde, simpático e divorciado chamado Bing Bong, para pessoas que sentem gatilhos com insetos também aproveitarem a escalada. Ele roda fácil em PCs medianos e seus gráficos podem ser simplificados para máquinas de menor performance. Tudo parece ter sido, desde seu lançamento, muito bem otimizado e fluido. PEAK está disponível para PC (Windows) e para compra e download na Steam.
Para ajudar os jogadores mais assíduos - e também os novatos - a comunidade de PEAK se uniu para fazer uma Wiki Oficial, que é atualizada diariamente com as localizações dos itens mais importantes, a rotação de mapas e até mesmo os efeitos colaterais dos cogumelos em Raízes. Isso uniu criadores, jogadores casuais, fãs assíduos do jogo e até mesmo speedrunners que continuam a fazer peripécias para completar tudo em menos de 14 minutos.
A comunidade também se tornou conhecida por criar Mods, que variam desde cosméticos extras até poder conseguir jogar com mais de 4 pessoas em um grupo. A Aggro Crab e a Landfall já se posicionaram a favor dos mods e costumam, muitas vezes, incentivar e endossar o processo e trabalho criativo dos fãs.
Ambientação Geral e Storytelling
PEAK não tem muitas músicas além das que você ouve na tela de abertura, no aeroporto e na tela de carregamento. Quando alguma música toca, é normalmente uma instrumentação que dá mais peso ao ambiente e ao clima do jogo. Músicas mais tensas para momentos mais perigosos, melodias mais invernais para combinar com as nevascas, e por aí vai. A imersão é garantida com todos os sons da natureza, dos ventos e as curtas harmonias que vêm e vão.
A captura e reprodução de voz do jogo aumentam ainda mais a imersão. Muitas vezes é fácil saber onde seus amigos estão, em outros momentos o próprio vento e os obstáculos no caminho te impedem de ouvir qualquer um. Aqui, é impossível não quebrar em gargalhadas quando você vê um amigo gritando ao cair de 570 metros de altura. Ou até mesmo quando o amigo em questão é você!

Além da narrativa ser facilmente compreendida desde a primeira jogada, PEAK ainda inclui uma história misteriosa sobre a ilha e sobre outros escoteiros que foram parar lá no passado. O jogo te conta tudo necessário a partir de sons, visuais, narrativa de ambientação e até mesmo em suas Conquistas na Steam: cada uma delas te dá um dos cosméticos do jogo e, em alguns casos, contam parte dessa história fragmentada em pequenos sinais ao longo de diversas campanhas. O jogo não tem NPCs para interagir além dos inimigos, como zumbis, aranhas e escorpiões - toda a interação do jogo é feita entre você, seus amigos e o cenário ao seu redor.
E no fim das contas... PEAK é PEAK
Bem otimizado, aclamado pelo público e indicado a Melhor Jogo Multiplayer no TGA 2025, PEAK tem uma outra série de prêmios que fazem jus ao seu potencial ilimitado. Desenvolvido com muito carinho por criadores que sabiam muito bem o tipo de diversão caótica que seus fãs adorariam, o título é divertido, cômico, desafiador e nunca para de oferecer uma experiência diferente a cada dia.
E você, já jogou PEAK? Quais foram as suas experiências mais engraçadas ou frustrantes enquanto escalava? Conta pra gente aqui nos comentários!











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