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10 Jogos de Anime Que Todo Fã Precisa Jogar

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Uma lista com os melhores games inspirados em animes, focando na experiência de jogo, mecânicas, ritmo e impacto. Um guia perfeito para quem ama videogames cheios de ação, estilo e personalidade.

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revised by Romeu

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Os Melhores Games de Anime

Durante muito tempo, jogos baseados em animes tinham fama de serem apenas feitos para aproveitar o sucesso de uma série. Muitos eram repetitivos, rasos e só chamavam atenção por terem personagens famosos na capa. Mas isso mudou. Hoje, vários estúdios aprenderam a transformar essas obras em experiências de verdade, respeitando a história do anime e, ao mesmo tempo, criando jogos divertidos até para quem nunca viu um único episódio.

O jogador pode viver o anime na prática. Não é só assistir à luta: é controlar o personagem, com os golpes, ativando poderes especiais e virar parte da história. Alguns títulos conseguem reproduzir o visual da animação quase perfeitamente, outros têm seu estilo próprio, mas sempre mantendo a essência da obra.

Essa evolução fez com que jogos inspirados em animes deixassem de ser “coisa de fã” e passassem a ter seu espaço no mercado de games. Nesta lista, reunimos dez jogos que capturam bem essa transformação. Todos respeitam seus animes, entregam diversão de verdade e mostram que a união entre anime e videogame é uma das melhores combinações já feitas.

JoJo's Bizarre Adventure: All-Star Battle R

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All-Star Battle R é o tipo de jogo que chama atenção antes da primeira luta começar. Com menus estilosos, trilha sonora impecável e uma direção de arte maravilhosa. Tudo é exagerado, chamativo e cheio de personalidade, exatamente como um anime. Quando a luta começa, os personagens se movem de maneira estranha, fazem poses no meio do combate e soltam golpes que parecem quebrar a lógica comum dos jogos de luta.

O sistema é totalmente acessível. Dá para se divertir simplesmente apertando botões, mas quem quer se aprofundar no jogo encontra mecânicas próprias, barras especiais, habilidades únicas e diferenças entre estilos de luta. Cada personagem funciona de um jeito: alguns são rápidos, outros lutam à distância e alguns dominam o espaço com golpes estranhos. Isso obriga o jogador a se adaptar o tempo todo a cada personagem.

As arenas são interativas, os golpes especiais são cinematográficos e as falas durante o combate ajudam a criar uma identidade forte para cada lutador. Em vários momentos, o jogo mostra ser estiloso, fazendo com que isso seja parte de seu charme.

As referências ao anime estão nos movimentos, falas e poderes, mas o jogo tem sua própria identidade. Mesmo quem nunca assistiu JoJo consegue perceber que está diante de algo fora do padrão dos jogos de luta. É um game que não tenta ser comum, e justamente por isso se destaca tanto dentro do gênero de luta.

Dragon Ball FighterZ

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Dragon Ball FighterZ passa a sensação que todo fã do anime quer: parece que estamos controlando o desenho animado em tempo real. Cada soco, explosão e queda no cenário têm aquele impacto visual que sentimos no anime. A fluidez das animações transforma qualquer partida em um espetáculo.

O sistema 3v3 dá ritmo frenético às lutas. Trocar os personagens no meio do combo, chamar apoio e emendar um ataque cria partidas rápidas e intensas. O jogo é rápido e agitado, não deixando muito espaço para pausas durante as lutas. Tudo acontece em alta velocidade, combinando com a proposta do anime. Mesmo quem não é acostumado com luta consegue sentir que está fazendo os golpes e sentir como o jogo é impressionante.

A campanha traz uma história inédita dentro do universo de Dragon Ball Z, com novos diálogos e encontros que não existem no anime original. Isso nos passa uma sensação maravilhosa de estar participando de uma nova saga do anime.

FighterZ é um excelente jogo de luta, rápido, bonito e extremamente satisfatório. A sensação de poder que ele nos entrega é algo fascinante, fazendo com que cada partida pareça um momento único do anime.

Jujutsu Kaisen: Cursed Clash

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Quando iniciamos Jujutsu Kaisen: Cursed Clash percebemos logo de cara que temos um jogo diferente. Em vez de lutas tradicionais, o jogo gira em torno da cooperação. O jogador tem que aprender que escolher um parceiro de luta não é questão de gosto, mas de estratégia. Algumas combinações funcionam muito melhor do que outras, e o jogo estimula o tempo todo o trabalho em equipe.

O ritmo das lutas é cadenciado, os golpes têm peso, o posicionamento é algo importante e atacar sem pensar pode abrir um espaço para contra-ataques fatais. O jogo tem uma preocupação em fazer de cada confronto algo perigoso, como se qualquer erro pudesse custar um round ou a partida inteira.

Os personagens têm diferenças que nos fazem pensar na hora de escolher. Com variações de estilos ao escolher os personagens, o jogador tem que se preocupar com suas habilidades, pois alguns podem ser diretos, controlar espaço, depender de tempo indicado para o ataque. Essa variedade ajuda o jogo a não cair na monotonia e repetição. É preciso aprender como um lutador funciona para dominar todos os outros.

Visualmente, o jogo possui um tom mais sério, com efeitos menos coloridos e arenas que deixam uma sensação de tensão constante no ar. As referências ao anime aparecem nos poderes, animações e interações entre personagens, não deixando o jogo dependente disso.

Cursed Clash não é somente um espetáculo visual. É preciso que o jogador pense, coopere e escolha bem cada movimento, criando uma experiência mais tática dentro do universo dos jogos inspirados em anime.

Fist of the North Star: Lost Paradise

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Lost Paradise foge completamente do padrão dos games de luta baseados em anime. O jogador não entra direto em arenas para trocar golpes, antes precisa explorar uma cidade decadente, cheia de becos, histórias paralelas, personagens estranhos e pequenas atividades que quebram o ritmo da pancadaria. O mundo do jogo é bastante interativo mesmo em meio ao caos e isso cria uma sensação de estarmos imersos dentro daquele mundo.

O combate é pesado e brutal. Cada soco parece atravessar o corpo do inimigo, e as finalizações são exageradas, violentas e quase cômicas de tão extremas. Os confrontos são um espetáculo de impacto, fazendo o jogador sentir que está realmente controlando alguém absurdamente poderoso.

Entre uma luta e outra, surgem missões secundárias, minigames inesperados e situações absurdas. Criando um contraste interessante entre o clima pesado da narrativa principal e momentos mais leves, algo que não deixa o jogo se tornar cansativo.

As referências ao anime aparecem de forma orgânica nos golpes, personagens e na própria estrutura do mundo. Ele funciona muito bem como um jogo de ação em terceira pessoa, com progressão, habilidades, equipamentos e uma história que nos prende do início ao fim.

É uma experiência que mistura exploração, narrativa e pancadaria, mostrando que um game inspirado em anime pode ir muito além das fórmulas mais simples de: “lute contra outro personagem em uma arena”.

Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 4

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Storm 4 possui uma das experiências mais cinematográficas dos jogos de luta. As batalhas não acontecem apenas em espaços fechados; elas se espalham por cenários mais amplos, com deslocamentos rápidos, saltos longos e ataques que atravessam grandes áreas do mapa. O jogador sente o campo de batalha em constante movimento.

O sistema é simples de entender. Combos fluem com naturalidade, jutsus especiais surgem com um impacto visual enorme e cada personagem tem uma identidade clara. Alternar entre ninjas velozes, lutadores pesados e personagens com técnicas especiais muda completamente a dinâmica de cada partida.

O modo história é o que chama nossa atenção. Misturando gameplay com cenas cinematográficas, o jogo vai criando sequências que parecem episódios jogáveis. Em vários momentos, o jogador participa de eventos que vão além da mecânica tradicional de combate.

As comparações com o anime surgem naturalmente, quando golpes se transformam em sequências longas e cheias de emoção. Mas, caso o jogador não queira uma experiência de anime, Storm 4 possui modos versus, desafios e batalhas rápidas para entrar e jogar.

É um jogo que mistura luta também com espetáculo, transformando cada batalha em momentos que ficam guardados na nossa mente por muito tempo.

Demon Slayer: The Hinokami Chronicles

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Logo de início, Demon Slayer: The Hinokami Chronicles nos impressiona pelo seu visual. As animações são fluidas, com efeitos de luz intensos e cada ataque especial ocupa a tela como se fosse uma cena animada.

O combate é direto, focado em impacto e ritmo. Não exige execução complexa, mas quando aprendemos o tempo certo de atacar, defender e usar habilidades especiais, o jogo mostra sua verdadeira beleza. Não é preciso se especializar nas lutas, isso torna o jogo acessível, sem ser superficial. Cada personagem se movimenta de forma distinta, criando estilos de jogo variados.

O modo história intercala lutas com cenas narrativas, guiando o jogador por eventos importantes. No modo versus o jogo permite criar confrontos que nunca existiram, explorando combinações entre personagens.

O anime aparece nos detalhes: nas técnicas, nomes dos golpes e dramaticidade das animações. Mas o jogo não depende disso para funcionar bem. Por si só, se sustenta como um arena fighter, visualmente impactante e fácil de aprender.

The Hinokami Chronicles é aquele tipo de game que não cansa. Mesmo em sessões curtas, ele nos deixa com uma sensação de espetáculo, fazendo cada luta parecer importante, mesmo quando é apenas uma partida casual.

Attack on Titan 2: Final Battle

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Poucos jogos oferecem uma sensação de movimento tão impressionante quanto Attack on Titan 2. Usar o equipamento de manobras transforma totalmente o cenário, como se fosse um "parque de diversões" vertical. O jogador não caminha: ele voa, gira, acelera e precisa calcular cada movimento para não perder o controle.

É preciso entender o ambiente para cada combate. Não é só apertar botões desenfreadamente e atacar; o jogador precisa se posicionar, ganhar altura e escolher o ponto certo para cortar. Um pequeno erro significa ser agarrado em segundos. Essa tensão faz com que cada missão pareça perigosa do começo ao fim.

E o jogo vai além da ação ao incluir elementos de RPG. O jogador pode evoluir habilidades, melhorar equipamentos e personalizar o personagem, criando uma sensação de progresso constante. Aos poucos, vamos percebendo que o personagem se torna mais eficiente, rápido e confiante.

A narrativa acompanha grandes eventos do anime, permitindo vivê-los sob outra perspectiva. Em vez de apenas observar heróis, nos tornamos parte do conflito.

Attack on Titan 2 não é apenas uma adaptação visual. Ele transforma uma ideia central da série em uma mecânica jogável, criando algo único dentro dos jogos de ação. Cada voo, corte e fuga bem-sucedida trazem a sensação de estar em um mundo onde sobreviver já é uma vitória.

One Piece: Pirate Warriors 4

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Pirate Warriors 4 é um jogo que, desde o primeiro combate, coloca dezenas de inimigos na tela, chamando o jogador a avançar, atacar e limpar áreas inteiras em poucos segundos. Possui um ritmo extremamente acelerado, hipnótico, em que cada golpe derruba grupos inteiros de adversários.

O controle é bem simples, mas extremamente funcional. Os combos fluem com naturalidade, ataques especiais ocupam grandes partes do cenário e cada personagem parece uma arma ambulante. Luffy atravessa mapas com golpes elásticos, Zoro corta tudo ao redor, Law manipula o espaço como se estivesse brincando com o campo de batalha. E a dinâmica de trocar de personagem muda completamente a sensação de jogar.

A progressão mantém tudo sempre interessante e intenso. Habilidades são desbloqueadas, golpes ganham novas propriedades e o jogador sente o crescimento do personagem ao longo das missões. Mesmo repetindo mapas, a variedade de estilos não deixa que o jogo fique cansativo.

As partes do anime surgem nos exageros visuais, poderes impossíveis e na personalidade dos personagens, e o que chama mais atenção em Pirate Warriors 4 é que ele funciona mesmo para quem nunca acompanhou a série. É um jogo de ação caótico, divertido e direto, feito para quem gosta de dominar o campo de batalha e se sentir imparável por alguns minutos.

Yu-Gi-Oh! Legacy of the Duelist: Link Evolution

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Legacy of the Duelist segue um caminho completamente diferente dos outros jogos desta lista. Aqui não há necessidade de reflexos rápidos e arenas cheias de efeitos. Tudo gira em torno da estratégia, leitura do oponente e decisões bem calculadas. Cada duelo é um quebra-cabeça em tempo real, onde uma jogada errada pode custar a partida inteira.

O jogo oferece uma quantidade enorme de cartas, permitindo montar baralhos variados e testar estilos diferentes. É possível criar decks ofensivos, defensivos, focados em controle ou em combos complexos. A liberdade é grande, e isso transforma cada duelo em algo único.

A campanha coloca o jogador em duelos clássicos, recriando batalhas marcantes e permitindo mudar resultados conhecidos no anime. Para quem já conhece o universo, isso gera mais curiosidade. Para quem não conhece, funciona como uma ótima introdução gradual às regras e mecânicas do universo Yu-Gi-Oh!.

As referências ao anime aparecem nos personagens, diálogos e estruturas dos duelos, é perfeito para quem prefere vencer usando a cabeça e não os reflexos.

Os Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados

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Desde o primeiro golpe, Alma dos Soldados é pura adrenalina. As batalhas são rápidas, carregadas de efeitos luminosos, vozes dramáticas e ataques que parecem rasgar a tela. Cada confronto parece um duelo decisivo, mesmo em partidas rápidas.

O sistema de luta é acessível, permitindo que qualquer jogador execute golpes especiais sem grande dificuldade. Ao mesmo tempo, existem mecânicas que bonificam quem age no tempo certo, com a leitura do adversário e gerenciamento de energia. Isso cria um equilíbrio entre diversão e aprendizado gradual.

O jogo nos encanta com a identidade dos personagens. Cada cavaleiro se movimenta de forma única, com golpes que ocupam áreas diferentes do campo e animações estilosas. Executar um ataque especial é eficiente, é visualmente recompensador.

As referências à série estão nas falas, nomes dos golpes e na própria dramaticidade das lutas, mas o jogo não depende disso para funcionar. Ele é um arena fighter dinâmico, direto e empolgante.

Alma dos Soldados consegue trazer emoção, transformando cada batalha em espetáculo, fazendo o jogador sentir que está participando da história dos cavaleiros que por muitas vezes encantou os fãs nas telas de suas TVs.