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As 10 melhores DLCs já feitas para os games!

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Alguns jogos já contam com uma história base capaz de encantar, mas os conteúdos adicionais acabam deixando a experiência ainda mais interessante!

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revisado por Romeu

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Alguns jogos já são enormes por natureza. Ainda assim, certas expansões conseguem ir além do conteúdo base e entregam experiências que parecem novos capítulos completos. Em alguns casos, eles impressionam como se fossem games cheios. Acertar nisso é sinônimo de sucesso.

Nesta lista, reunimos títulos cujas DLCs não apenas complementaram a história principal, mas elevaram o nível da obra original. Antes de mais nada, não, elas não estão posicionadas da melhor para a pior. O mérito para entrarem na seleção é o quão divertido ou mais imersivo ficou o jogo depois dos conteúdos adicionais.

As melhores DLCs já lançadas

Grand Theft Auto 4: The Lost And The Damned e The Ballad of Gay Tony

As expansões de GTA IV entram na lista porque não funcionam como conteúdos extras superficiais, mas como campanhas completas que ampliam a visão de Liberty City.

O critério aqui é claro: DLCs que aprofundam a narrativa, oferecem novas mecânicas relevantes e mudam a forma como o jogador enxerga o mundo original.

The Lost and The Damned adiciona o peso das gangues de motoqueiros e reforça o lado mais cru da cidade, enquanto The Ballad of Gay Tony aposta no luxo, nas armas exageradas e em missões mais espetaculares. Juntas, tornam o jogo mais variado, dinâmico e narrativamente rico.

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Além de expandirem a história, essas expansões deixam Liberty City mais viva e interligada. Personagens e eventos se cruzam, revelando diferentes perspectivas sobre os mesmos acontecimentos, o que aumenta a imersão e o senso de continuidade.

O resultado é um pacote que não apenas prolonga a diversão, mas completa a experiência, transformando GTA IV em uma obra mais ampla, diversa e memorável.

The Last of Us: Left Behind

Left Behind entra na lista porque representa o tipo de DLC que não existe apenas para adicionar horas de jogo, mas para fortalecer a base emocional da narrativa principal.

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Ao revisitar o passado de Ellie, o conteúdo oferece contexto essencial para suas decisões e traumas, tornando os acontecimentos do jogo base ainda mais significativos, trazendo Riley, amiga da protagonista, para mostrar como parte do caráter da personagem se formou.

Mesmo mais curta, a expansão se sustenta como uma história própria, com começo, meio e fim bem definidos. Ela alterna momentos de leveza e tensão, reforçando o contraste entre inocência e sobrevivência que marca a personagem.

O resultado é uma experiência mais imersiva e completa, que não apenas complementa a trama maior, mas intensifica o vínculo emocional do jogador com Ellie.

God of War: Ragnarok - Valhalla

Essa expansão entra na nossa seleção porque representa mais do que um epílogo: ela funciona como fechamento temático para uma fase inteira da franquia. O critério aqui valoriza DLCs que aprofundam o protagonista e oferecem evolução real de personagem. Ao colocar Kratos sozinho, sem Atreus, a narrativa cria espaço para introspecção e confronto direto com seus próprios fantasmas.

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Com uma pegada mais voltada para a "rejogabilidade" e até uma visita aos inimigos gregos - talvez um gostinho do remake recém-anunciado de God of War -, essa expansão explora mecânicas como a de Hades. Assim, no estilo roguelike, com uma meta-progressão cheia de conteúdos provenientes do game base oferecidos de maneiras não previsíveis, enfrentamos chefões e diversos desafios para termos uma baita recompensa como fãs do espartano.

A jornada de autoconhecimento dá novo significado ao passado do Fantasma de Esparta, transformando culpa e violência em reflexão e amadurecimento. O peso emocional dessa travessia fortalece tudo o que foi construído no capítulo nórdico, tornando a experiência mais completa. Não é apenas conteúdo adicional, mas um complemento que redefine o personagem e amplia a força dramática da saga.

Dragon Age: Trespasser

Na série Dragon Age, as DLCs chamam a atenção pelo mesmo critério: não são apenas conteúdos paralelos, mas peças fundamentais para compreender o todo. Algumas encerram tramas que ficaram em aberto, ampliando consequências políticas e pessoais deixadas pela campanha principal. Elas adicionam áreas inéditas, personagens relevantes e decisões que impactam o futuro do universo.

O grande destaque é Trespasser, que funciona como epílogo direto de Inquisition. A expansão oferece fechamento narrativo, aprofunda relações e estabelece os conflitos que moldam o próximo capítulo da franquia. Mais do que expandir o mapa, ela fortalece a construção de mundo e dá peso às escolhas do jogador, tornando a jogatina mais coesa e completa.

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The Elder Scrolls IV: Oblivion – The Shivering Isles

The Shivering Isles aparece na lista porque representa o tipo de expansão que vai além de missões extras e realmente transforma a percepção do jogo base. Ao levar o jogador para um território totalmente diferente de Cyrodiil, sob o domínio imprevisível de Sheogorath, o conteúdo rompe com a fantasia tradicional e aposta em uma atmosfera mais surreal e provocativa.

A divisão entre mania e demência influencia o cenário, personagens e decisões, criando uma identidade própria que se sustenta do início ao fim. A missão central, carregada de simbolismo e humor sombrio, amplia a mitologia do universo e reforça a criatividade da obra. Para muitos, é o momento em que Oblivion atinge seu ponto mais ousado e memorável.

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Cyberpunk 2077: Phantom Liberty

Phantom Liberty simboliza a cereja do bolo da volta por cima de Cyberpunk 2077 depois do lançamento cheio de controvérsias no fim de 2020. A expansão introduz Dogtown como uma nova área densa e perigosa, adiciona personagens centrais à trama e constrói uma narrativa de espionagem mais contida e política. O foco está em DLCs que não apenas ampliam o mapa, mas elevam o padrão da experiência.

Além da nova história, o conteúdo revisa sistemas, amplia opções de combate e oferece escolhas com consequências marcantes. A campanha é mais estruturada, com ritmo consistente e decisões morais complexas. O resultado é um jogo mais maduro, coeso e imersivo, que consolida a reconstrução da obra original e entrega uma experiência mais completa.

The Witcher 3: Hearts of Stone e Blood & Wine

As duas expansões ampliam a experiência de forma substancial, adicionando dezenas de horas de conteúdo relevante e bem estruturado. Hearts of Stone aposta em uma narrativa mais concentrada, guiada por escolhas morais complexas e consequências que reforçam o tom sombrio da jornada. Já Blood & Wine expande o escopo ao apresentar uma região inédita, com identidade visual própria e novas tramas políticas.

Enquanto a primeira se destaca pela intensidade dramática e pelo foco em personagens marcantes, a segunda funciona como um encerramento definitivo para o protagonista. Blood & Wine não apenas adiciona missões e mapas, mas oferece conclusão emocional e temática, transformando o conjunto das expansões em um complemento essencial e memorável para a obra original.

O fechamento de Blood & Wine, inclusive, é usado pelos fãs para tentar pensar em como a história de Ciri, em The Witcher IV, terá seu ponto de partida.

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Bloodborne: The Old Hunters

The Old Hunters reforça tudo de positivo e fez o jogo base tão marcante: desafio, atmosfera e profundidade narrativa. A expansão eleva o nível de dificuldade com confrontos exigentes e chefes memoráveis dentro da comunidade. Não é apenas mais conteúdo, mas um teste real de habilidade e domínio das mecânicas.

Além do desafio, o pacote adiciona armas e equipamentos considerados entre os melhores do jogo, ampliando estratégias e estilos de combate. Ao mesmo tempo, aprofunda eventos centrais do universo, revelando camadas importantes do passado e reforçando a mitologia. O resultado é uma aventura sombria mais densa, intensa e essencial para quem busca o entendimento completo da obra.

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Fallout: New Vegas – Dead Money, Lonesome Road, Old World Blues e Honest Hearts

As quatro expansões aparecem na lista porque funcionam como extensões orgânicas da experiência principal, ampliando o mapa, aprofundando facções e desenvolvendo personagens marcantes. Cada uma aposta em uma proposta diferente — do terror claustrofóbico ao humor ácido da ficção científica —, mas todas mantêm a essência de escolhas complexas e consequências reais que definem New Vegas.

O destaque aqui é o conjunto da obra. Dead Money desafia pela sobrevivência, Old World Blues investe em criatividade e sátira, Honest Hearts explora conflitos culturais e Lonesome Road fecha arcos importantes do protagonista. Juntas, reforçam a construção de mundo e consolidam New Vegas como um dos capítulos mais imersivos e lembrados da série.

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Elden Ring: Shadow of the Erdtree

O mais recente exemplo de se lançar "um jogo dentro de um jogo". A nova área do Jogo do Ano de 2022 apresenta exploração densa, chefes desafiadores e combates que exigem leitura cuidadosa dos padrões inimigos. A dificuldade elevada não é gratuita, mas parte essencial da proposta.

Além dos confrontos intensos, a expansão introduz novos elementos de progressão e aprofunda aspectos importantes do lore, oferecendo respostas e novas interpretações sobre o universo. Ao expandir a mitologia e manter alto nível de desafio, o conteúdo se sustenta com uma imersão robusta. A indicação ao GOTY, embora polêmica, se torna mais compreensível após vivenciar a DLC.

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