13 Remakes e Remasters que Decepcionaram todo mundo

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Gráficos bonitos (e as vezes são piores que os originais!) não salvam um jogo feito às pressas. Separamos abaixo alguns remakes e remasters que destruíram clássicos entregando bugs bizarros e mudanças que ninguém pediu

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Revisado porRomeu

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13 Remakes e Remasters que foram um desastre

Quando uma empresa anuncia a volta daquele clássico que marcou nossa infância, a expectativa dos jogadores cresce muito. Só que nem sempre isso acaba bem. Hoje, nós da UmGamer separamos remakes e remasters que erraram feio!

Grand Theft Auto: The Trilogy Definitive Edition

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Se existia uma coletânea com enorme potencial para brilhar, era essa. Afinal, estamos falando do retorno de GTA III, Vice City e San Andreas. A princípio, os jogadores até aplaudiram o anúncio. Mas o que receberam em 2021 foi mais um pesadelo do que uma celebração.

Em vez de um trabalho cuidadoso, a Grove Street Games entregou basicamente uma adaptação mal feita das antigas versões de celular. O resultado não poderia ser outro. Tivemos um festival de bugs, problemas técnicos e uma estilização visual estranha dos personagens, que tornaram esses clássicos quase irreconhecíveis.

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Entre os defeitos mais notórios estavam a chuva incessante que impedia a visão, efeitos ausentes, o logotipo da Rockstar desenhado errado e a falta de uma taxa de quadros estável. Para piorar a situação, as edições antigas foram sumariamente retiradas das lojas digitais. No fim das contas, a Rockstar precisou pedir desculpas públicas e apagar o incêndio com correções adicionais. Em vez de nostalgia, ficou apenas a desilusão.

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Resident Evil 3 Remake

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O Resident Evil 3 original já era um jogo curto, mas que tinha alta rejogabilidade, pois oferecia vários caminhos diferentes através de um sistema de escolhas e contava com o clássico modo Mercenários. Infelizmente, o remake tomou outro rumo.

A nova versão ficou extremamente linear e o sistema de escolhas praticamente sumiu. Várias seções adoradas simplesmente desapareceram do mapa, incluindo a Torre do Relógio e o próprio modo Mercenários. Por mais que as novas texturas e os efeitos de iluminação parecessem modernos, eles acabaram quebrando a atmosfera densa dos jogos originais.

Mas o ponto mais frustrante, sem dúvidas, foi o Nemesis. Ele perdeu totalmente sua imprevisibilidade. No remake, o vilão aparece de forma muito scriptada e previsível. Como ele ficou mais fraco, tirou aquela tensão constante de estar sempre em perigo. A luta contra a sua forma humanoide ficou boa, porém ele se tornou um inimigo muito mais fácil de ser contido.

Halo: The Master Chief Collection

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Lançada em 2014, essa coletânea tinha tudo para ser o sonho de qualquer fã da franquia. A ideia principal era reunir os principais títulos da saga com gráficos atualizados e uma experiência multiplayer unificada. A realidade, no entanto, foi um tremendo banho de água fria.

O lançamento foi marcado por problemas online gravíssimos. O sistema de criação de partidas estava completamente quebrado e a quantidade de bugs era absurda. Isso tornou quase impossível competir ou jogar com amigos. Além disso, o modo Forge, uma ferramenta incrível para criar mapas personalizados, estava praticamente inutilizável no começo.

Tamanho foi o desastre que a 343 Industries precisou dar o conteúdo extra de Halo 3: ODST de graça como um pedido de desculpas. Mesmo após anos de atualizações, o impacto inicial negativo marcou a coletânea para sempre.

Warcraft III: Reforged

Aqui temos um dos maiores desastres do mundo dos jogos. A Blizzard prometeu entregar um remake completo do lendário título de estratégia. Toda a comunidade esperava gráficos novos, uma interface moderna e vários recursos inéditos. No fim das contas, Reforged não entregou quase nada do que foi prometido.

O grande problema é que o lançamento substituiu a versão original de Warcraft III. Isso impossibilitou os jogadores de voltarem ao título antigo, prejudicando a reputação do estúdio ainda mais.

Sonic The Hedgehog (2006)

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Quem teve a coragem de jogar sabe a dor de cabeça que esse jogo é. A jogabilidade é terrível e o título está lotado de bugs. É superdifícil ter controle sobre o Sonic na hora de correr, o que dá vontade de jogar o controle na parede toda vez que ele bate em um obstáculo. A câmera também não ajuda nem um pouco para acertar pulos ou focar nos inimigos. Tentar coletar uma vida juntando 100 argolas vira uma tarefa quase impossível.

Tudo isso vem coroado com o beijo mais estranho de toda a história dos games, ocorrido entre o ouriço e uma princesa humana.

Final Fight: Streetwise

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Final Fight é um clássico dos jogos de briga de rua que muita gente jogou. Distribuir voadoras pela gangue Mad Gear na era de ouro do Haggar, o prefeito porradeiro, marcou muita gente.

Aí veio Final Fight: Streetwise para ser uma das maiores decepções possíveis. Os gráficos são feios, os controles respondem mal e a câmera só atrapalha. A ambientação sombria e a decadência dos personagens da franquia original destruíram o charme da obra. Foi literalmente o pior pesadelo para quem gostava de andar pelas ruas de Metro City chutando e surrando bandidos.

Bomberman: Act Zero

Antes
Antes
Depois
Depois

Bomberman é um jogo que sempre se destacou pela diversão em grupo e pelo visual super carismático. No entanto, a Konami resolveu reinventar a roda e apostar em um estilo mais sombrio e realista. O objetivo era atrair o público que consumia jogos mais sérios na época do Xbox 360, mas a execução foi um desastre.

Eles tiraram todo aquele design colorido e substituíram os simpáticos cabeçudos por robôs musculosos e genéricos. Além da mudança no visual, a jogabilidade também sofreu alterações drásticas. A inclusão de uma câmera focada nas costas do personagem arruinou a visão tática do labirinto, dificultando a noção de espaço do jogador.

Para piorar a situação, a desenvolvedora removeu o gameplay em conjunto local (um crime contra Bomberman!). O título permitia apenas partidas online para até oito pessoas. Isso acabou com a experiência de explodir os amigos sentados no mesmo sofá, transformando o jogo em algo muito desagradável e longe da sua essência.

Super Mario 64 DS

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O Mario 64 original brilhou no Nintendo 64 por nos ensinar a explorar o mundo 3D com um controle analógico.

A versão para Nintendo DS cometeu um grande erro ao tentar adaptar essa movimentação. O portátil não tinha botão analógico na época. Tentar controlar o Mario usando livremente os direcionais duros em cruz foi uma decisão que deixou a jogabilidade muito travada e regressiva. Ficou muito mais difícil dar saltos precisos. Uma pena.

Golden Axe: Beast Rider

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Transportar esse clássico dos fliperamas e do Mega Drive para a geração 3D foi um projeto que deu muito errado. A desenvolvedora tentou surfar na onda dos jogos de ação modernos, mas acabou entregando uma experiência vazia e esquisita.

O primeiro grande problema é que a equipe excluiu os personagens Gilius Thunderhead e Ax Battler e deixou apenas Tyris Flare como opção jogável. Ok, até aí tudo bem, né?

Mas a gameplay ficou extremamente fraca e enjoativa, já que os jogadores precisavam correr por cenários gigantes e sem vida apenas para encontrar pequenos grupos de inimigos que nem mesmo ofereciam um combate divertido. As lutas eram sem graça e o sistema de detecção de golpes era tão ruim que muitas vezes os ataques simplesmente não registravam.

Só que o erro fatal foi a total ausência de um modo cooperativo. Retirar a possibilidade de jogar ao lado de um amigo em uma franquia que nasceu para ser aproveitada em dupla foi uma decisão infeliz. O título só lembrava as glórias do passado pelo nome impresso na capa, mesmo.

Silent Hill HD Collection

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A Konami conseguiu a proeza de admitir que havia perdido o código-fonte original dos jogos Silent Hill 2 e 3. Isso por si só já é grave, mas o reflexo no jogo foi ainda pior.

Essa coletânea precisou ser reconstruída do zero em cima de códigos quebrados e chegou infestada de bugs. E para irritar de vez os fãs de terror, eles simplesmente limparam boa parte da neblina da cidade. Sem ela, o elemento marcante de tensão foi excluído do visual em alta definição, tirando o mistério e até revelando o final de alguns cenários.

Assassin's Creed: The Ezio Collection

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A remasterização das aventuras de Ezio Auditore pela Itália sofreu com uma falta de cuidado que é de dar dó. A promessa era embelezar cidades como Florença e Veneza para a nova geração. Porém, as mudanças acabaram trazendo muitos erros graves e bugs, tanto visuais quanto de jogabilidade.

O jogo original contava com um belíssimo filtro amarelado que lembrava pinturas antigas da Renascença. A coletânea removeu essa iluminação para tentar deixar a imagem mais limpa e, como consequência, os gráficos ganharam um aspecto emborrachado e meio chapado.

A parte técnica também deixou muito a desejar. O título ficou famoso por apresentar diversos problemas nas movimentações e falhas esquisitas durante as escaladas de Ezio. O símbolo máximo dessa decepção foi o momento em que os jogadores encontraram um NPC com o rosto totalmente esbugalhado nas primeiras cenas. O erro ficou tão feio e estranho que virou piada na internet, obrigando a equipe a lançar uma atualização de emergência só para arrumar a cara do personagem.

Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time Re-Shelled

Antes
Antes
Depois
Depois

A versão original das Tartarugas Ninja foi muito conhecida na época dos Arcades e do Super Nintendo pela sua velocidade e energia, com uma trilha sonora frenética e muitas cores e ação.

Esse remake até trouxe gráficos que a comunidade achou aceitáveis para a época, mas as lutas deixaram de ser frenéticas. A movimentação ficou engessada e a trilha sonora passou muito longe da empolgação da versão que todo mundo cresceu jogando. Ficou meio… deprimente.

Mafia II: Definitive Edition

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A versão definitiva deste clássico da era do PlayStation 3 e Xbox 360 parecia um projeto que simplesmente não foi finalizado. Explorar a história da máfia nos anos 40 sempre teve muito charme, mas os fãs encontraram uma Empire Bay cheia de problemas técnicos.

O título chegou ao mercado com falhas visuais ridículas. Os jogadores precisaram lidar com quedas constantes na taxa de quadros e NPCs bizarramente travados pelos cenários. Ironicamente, essa versão dita como definitiva conseguiu piorar detalhes do jogo original. O impressionante sistema de física que balançava as roupas dos personagens, presente no lançamento de 2010, foi totalmente quebrado no remaster.

Bugs grotescos também apareciam a cada missão. É comum o som das conversas sair apenas por um lado do fone de ouvido, e nas cenas de história, os olhos dos protagonistas chegarem a piscar de maneira descoordenada.

Conclusão

A verdade é que mexer com a memória afetiva dos jogadores é caminhar por uma linha muito tênue. Quando um remake ou remaster é feito com carinho e respeito à obra original, o resultado é incrível. Porém, quando o projeto é tratado apenas como uma forma de lucrar rápido, o que acontece é desastroso.

Na sua opinião, qual o pior remake da lista? Nos conte nos comentários abaixo!

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