Planejador de eliminação dupla

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Tudo aqui é contado, não simulado. O número de partidas neste formato não depende de quem vence, só de quantos entraram e de a grande final precisar ou não ser repetida.

Resultados

Partidas que a coisa toda leva

Na chave dos vencedores
Na chave dos perdedores
Rodadas na chave dos perdedores, mais a final
Partidas que o campeão joga se nunca perder
Partidas que o campeão joga se perder a primeira
Byes, porque o número de participantes não é potência de dois

Quanto o dia dura

Se forJogosHoras de jogoHoras no relógio

As duas linhas são os limites honestos, não um palpite. Ninguém consegue dizer quantos jogos uma série melhor de vai levar sem supor quem é mais forte, então a tabela mostra a versão curta, em que toda partida é atropelo, e a longa, em que toda partida vai até o fim. O dia de verdade cai entre as duas.

As horas no relógio supõem que as partidas que podem rodar lado a lado de fato rodam, e que nada espera. Chaves de verdade esperam: uma rodada dos perdedores não começa antes de a rodada dos vencedores acima dela acabar — trate essa coluna como o piso, não como a previsão.

Por que a grande final pode ser jogada duas vezes

Porque senão o formato não seria o que o nome diz. Quem sai da chave dos vencedores ainda não perdeu; quem sai da chave dos perdedores já perdeu uma vez. Se uma única derrota naquela última partida mandasse o primeiro para casa, ele estaria saindo com uma derrota num torneio que promete duas.

Repetir conserta exatamente isso, e é por isso que o total fica uma partida maior quando quem vem da chave dos perdedores vence a primeira. Eventos que cortam a repetição estão calados rodando outra coisa, e dando a um dos finalistas um trabalho mais duro do que ao outro.

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Quantas partidas a eliminação dupla leva?

O dobro do número de participantes menos dois, e uma a mais do que isso se a grande final for repetida. Dezesseis participantes dão trinta partidas, ou trinta e uma.

É contagem, não estimativa, e não depende do sorteio nem de zebras. Toda partida produz exatamente uma derrota, todo eliminado sai com exatamente duas, então as partidas e as derrotas são a mesma pilha contada de dois lados.

Por que a grande final às vezes é jogada duas vezes?

Porque quem chega pela chave dos vencedores ainda não perdeu. Se uma derrota naquela última partida o eliminasse, ele sairia com uma derrota só num formato cuja promessa inteira é duas.

A repetição conserta exatamente isso, e é por isso que o total fica uma partida maior quando quem vem da chave dos perdedores vence a primeira final. Eventos que a cortam estão rodando outra coisa, e dando a um dos finalistas um caminho mais fácil do que ao outro.

Os byes mudam o número de partidas?

Não, e isso pega muita gente. Um mata-mata de qualquer tamanho precisa de uma partida a menos do que tem participantes, seja o campo potência de dois ou não, porque cada partida tira exatamente um jogador e todos menos o campeão têm de sair.

O que os byes mudam é o número de rodadas, já que a chave é desenhada na próxima potência de dois. Vinte participantes ficam numa chave de trinta e dois com doze byes, e ainda assim jogam as mesmas dezenove partidas da chave dos vencedores que vinte participantes sempre jogam.

Por que a duração vem como faixa e não como um número só?

Porque calcular quantos jogos uma série melhor de leva exigiria supor quem é mais forte, e esta página não sabe isso. O que ela consegue dizer com honestidade são os dois extremos: toda partida um atropelo, e toda partida indo até o último jogo.

A coluna do relógio também supõe que tudo o que pode rodar em paralelo roda. Chaves de verdade esperam, porque uma rodada dos perdedores não começa antes de a rodada dos vencedores acima dela terminar — então leia essa coluna como o piso, e não como a previsão.