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Review de Big Hops: um cozy game de sapos, pulos e linguadas!

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Big Hops traz uma gameplay calma e contemplativa, mas também desafios que exigem precisão dos pulos e linguadas. Veja o que funciona, o que incomoda e se o jogo vale a pena!

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revisado por Romeu

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Sinopse de Big Hops

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Em Big Hops, acompanhamos a aventura de Hop, um jovem sapo que vive tranquilamente na floresta com sua família; isso até o dia em que um espírito travesso e misterioso chamado Diss o arrasta para uma dimensão estranha e cheia de desafios.

Seu objetivo como Hop é simples: encontrar o caminho de volta para casa. Para isso, precisamos explorar diversos mundos, como desertos áridos, montanhas e regiões cheias de água e resolver enigmas ambientais, colecionar artefatos especiais e superar obstáculos usando suas habilidades únicas (e sua língua).

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Ficha técnica

Plataformas: PC (Steam), Nintendo Switch, PlayStation 5

Gênero: Plataforma 3D / Ação e Aventura

Desenvolvimento: Luckshot Games

Publicação: Luckshot Games

Lançamento: 12 de janeiro de 2026

Trailer

Primeiras Impressões

Nos primeiros minutos, Big Hops passa uma sensação de ser muito simples. A impressão inicial é a de um jogo relaxante, quase contemplativo, onde tudo parece girar em torno de ir do ponto A ao ponto B enquanto se observa o cenário ao redor.

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Nesse começo, a jogabilidade incentiva a exploração despreocupada: coletar insetos variados, moedas e flores de cores diferentes, além de comer o que aparece pelo caminho. O ritmo é calmo e parece que não terá muitos desafios. Isso nas minhas primeiras duas horas de jogo; tanto que até comecei a ficar um pouco frustrada, me perguntando se seria apenas isso.

Porém, essa percepção muda bastante após a conclusão do primeiro mundo.

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A partir desse ponto, Big Hops começa a introduzir mecânicas que transformam completamente a experiência. A principal delas é a inércia, que passa a influenciar diretamente os pulos do sapinho. Dependendo da velocidade acumulada, os saltos se tornam mais longos, permitindo ultrapassar desafios de parkour que antes não seriam possíveis.

Essa nova camada dá outra identidade ao jogo, mas também exige um tempo de adaptação. O primeiro contato pode ser confuso e até irritante, já que aprender a controlar a velocidade se torna essencial. No entanto, quando o jogador pega o jeito, a mecânica se torna divertida e traz um novo ritmo ao jogo.

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É nesse momento que surge Diss, personagem responsável por marcar a verdadeira virada do jogo. Dentro do Void, Diss apresenta os Dark Drip, novos coletáveis que podem ser trocados por “medalhas” que concedem habilidades ou facilitam o jogo. Entre essas melhorias estão recursos como mostrar coletáveis próximos e um medidor de velocidade, que pode ajudar a lidar melhor com os trechos que exigem controle preciso da inércia.

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Após isso, o jogo vai ficando cada vez mais diverso e vamos para novos planetas com outros desafios, além de obstáculos diferentes e até mesmo “chefões”.

Essa virada do começo do jogo para o meio/final me conquistou, e ainda bem que tem essa mudança e a jogabilidade fica mais rica. Se fosse só igual ao começo, naquele ritmo lento, eu não teria gostado tanto do nosso sapinho.

Exploração e Estrutura das Fases

De forma geral, Big Hops não começa muito empolgante. O início pode ser até um pouco cansativo, especialmente por ainda não oferecer mecânicas mais interessantes logo de cara. Ainda assim, conforme as fases avançam, o jogo vai se tornando cada vez mais curioso e envolvente (como mencionei na seção anterior).

A fase inicial da floresta funciona como uma introdução aos controles básicos. É nela que o jogador aprende a pular, usar o pulo com impulso, controlar a stamina e utilizar a “língua” em partes interativas do cenário.

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A estamina é usada principalmente para se fixar temporariamente em algumas paredes, e pode ser recarregada ao coletar insetos espalhados pelas fases. Esse sistema simples ajuda a ensinar os fundamentos da movimentação antes que o jogo comece a exigir mais precisão.

A partir da segunda fase, a experiência muda bastante. Novas mecânicas são introduzidas, a exploração se torna mais interessante e o jogo passa a prender mais a atenção. Surge uma vontade maior de explorar cada canto do mapa e testar as possibilidades oferecidas pelo cenário, além dos upgrades a serem feitos e desafios de parkour.

Ambientação e Estética

A ambientação é, sem dúvida, um dos pontos mais fortes de Big Hops. O primeiro mundo aposta em uma estética bem colorida, com muito verde e cenários bem desenhados, criando um visual limpo e muito agradável.

Essa estética fofa e cativante é provavelmente o primeiro elemento que chama a atenção do jogador. Mesmo quando o cenário muda bastante nas fases seguintes, o jogo não perde sua identidade visual “fofinha”. A sensação de aconchego permanece, com ambientes sempre bem organizados e visualmente convidativos.

Independentemente da nova região a ser explorada, Big Hops mantém uma ambientação limpa e acolhedora, reforçando o tom leve da aventura.

Jogabilidade e Desafio

A jogabilidade de Big Hops é extremamente simples em sua base. As ações se resumem a pular, usar a língua, se prender brevemente em paredes e ganhar impulso. São movimentos que fazem muito sentido dentro da proposta de controlar um sapo.

Mesmo com essa simplicidade, existem momentos em que será necessário tentar várias vezes para conseguir passar de determinados trechos, especialmente quando o domínio da inércia, que mencionei lá no início do artigo, se torna essencial.

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Durante a maior parte do jogo, não há inimigos para enfrentar, apenas os obstáculos e parkours. Existem apenas dois chefes, localizados ao final de seus respectivos mundos. Assim, o jogador só sofre dano quando erra um pulo e cai para fora do cenário, o que deixa claro que o foco está na movimentação e na execução dos saltos.

O ponto que mais incomoda é o ritmo da progressão inicial. Leva cerca de 2h30 a 3 horas de gameplay para que o jogador realmente consiga acessar alguns recursos importantes, realizar upgrades no sapinho e entender melhor a utilidade dos insetos coletados.

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Essa demora causa uma sensação forte de lentidão no começo, fazendo com que o jogador passe bastante tempo coletando recursos sem saber exatamente para que eles servirão, o que pode prejudicar o engajamento inicial. Mas se superarmos isso, o jogo é muito divertido!

Prós e Contras

Pontos Positivos

- Jogabilidade “simples”

- Animações bem feitas

- Estética fofa

- Fica mais interessante conforme o tempo passa

- Mecânicas únicas e temáticas de sapo

Pontos Negativos

- Bugs ocasionais que permitem atravessar o cenário dependendo da velocidade

- Início levemente cansativo

- Coletáveis poderiam ser melhor explorados desde o começo

Considerações Finais

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Big Hops é uma adição muito interessante ao gênero de plataforma 3D em 2026, misturando mecânicas clássicas com ideias criativas e muito charme de sapo. É um bom jogo para se divertir, embora possa ser cansativo no início.

No fim, eu sinto que Big Hops me trouxe uma experiência agradável e muito fofa, ideal para fãs de jogos de plataforma que buscam algo divertido e com bastante exploração (além de fãs de sapos, é claro);

Nota: 7.5/10

Vou ficando por aqui, até a próxima!