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Os Melhores Games da Franquia Assassin’s Creed

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Descubra quais são os melhores games e mais bem ranqueados da franquia dos assassinos da Ubisoft

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revisado por Romeu

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Assassin's Creed é uma daquelas franquias que todo mundo já jogou, largou (por causa dos mapas gigantes), voltou e, em algum momento, discutiu qual é o melhor. A série já passou por várias fases, mudou de cenário, de protagonista e até de identidade, mas sempre manteve essa mistura de história real com ficção, conspiração e parkour.

Alguns jogos envelheceram melhor do que outros, alguns dividiram opiniões no lançamento e outros viraram referência quase imediata. E todo mundo tem um favorito. Então, decidimos fazer uma lista e organizar os melhores Assassin's Creedlink outside website! Com base nas notas e para o consenso da crítica especializada do site Metacritic. Vamos falar de cada jogo da franquia principal, sem mencionar a fundo os diversos spin-offs, mas dando uma menção honrosa a eles. E, se você discorda, tem dúvidas ou opiniões, deixe um comentário.

Assassin's Creed II (2009)

Se tem um Assassin's Creed que virou “a cara” da franquia por muito tempo, é o AC II. Aqui, saímos do Oriente Médio e vamos para a Itália do final do século XV, acompanhando o jovem rebelde, brigão e mulherengo Ezio Auditore nos seus primeiros anos como Assassino. Quando uma conspiração destrói a família Auditore, ele cai direto no mundo dos Assassinos e, sem escolhas ou treinamento, tem que vingar a família e limpar o nome de seu pai.

O jogo é bem mais variado do que o AC1: você viaja por cidades, tem mais ferramentas como lâminas com veneno e outros acessórios, tem mais missões com jeitos diferentes de resolver, e aquela sensação de “novela histórica” que fica bem mais forte porque cada local tem “personalidade” distinta.

Mesmo sendo um jogo de 2009, ele ainda é fácil de entender: você tem seu objetivo, chega no alvo, estuda o terreno e decide se fará tudo na surdina ou não. No Metacritic, o jogo como um todo (incluindo seus remakes e compilações) tem nota 90 e o consenso crítico é de que esse game estabeleceu os padrões para a franquia.

Assassin's Creed: Brotherhood (2010)

“It’s-a me, Mario!” Uma referência divertida que você pega nos primeiros momentos de Assassin's Creed: Brotherhood, quando saímos de Florença e vamos para o interior da Itália continuar nossa missão de vingança. O game é, basicamente, o AC II, mas com mais mecânicas e um pouco de gerenciamento de uma vila que gera recursos e novos upgrades. Muitos dizem que esse AC, na verdade, deveria ser uma DLC do game anterior.

Você continua seu conflito com a família Bórgia, desta vez, além de Rodrigo, o influente burguês com pretensão a chegar ao papado, você encara os seus filhos, César e Lucrécia. A principal novidade fica por conta do gerenciamento da vila de Monteriggioni, que lhe dá recursos e upgrades para suas ferramentas e armas.

Sem contar que arestas e problemas também foram resolvidos e um multiplayer bastante divertido, dando ao game uma progressão mais fluida. No Metacritic, usando a versão de Xbox 360, ele fica com nosso segundo lugar e uma nota de 89.

Assassin's Creed IV: Black Flag (2013)

Amado por muitos, mas eu fiquei particularmente cansado do tanto de viagem naval que tinha para ser feita aqui. É um jogo sobre piratas, então, claro que teria batalhas navais, mas tinha horas que eu preferia ir nadando, invadir o navio, matar o templário, limpar a tripulação e ir embora para o meu barco, abordá-lo e conquistá-lo. Enfim, ao jogo.

Aqui acompanhamos Edward Kenway nos mares do Caribe, durante a era de ouro da pirataria, que começa como um pirata naufragado e, por um acaso, ele se junta à Ordem dos Assassinos e se torna um dos maiores mestres da Ordem. Além da missão principal e das outras missões em terra, o game traz uma enorme parte no mar, com exploração marítima, descobrimento de ilhas, abordagem de barcos e fortalezas e batalhas contra enormes navios lendários. E a cena da morte de Mary Read. Essa dói.

Com base na versão do PlayStation 3, AC IV: Black Flag tem nota de 88 no Metacritic.

Assassin's Creed III (2012)

Assassin's Creed III tomou uma decisão bastante ousada em sua criação: sair da velha Europa e vir para as Américas, diretamente dos velhos castelos para a Revolução Norte-Americana, e apresentou um protagonista inteiramente novo com a difícil missão de conquistar um público que amava o carismático Ezio Auditore e se encantava com o nativo Connor. Aqui, o clima de conflito de guerra, política e identidade domina o jogo.

Esse game começou a cravar os “pregos identitários de AC”, com mapa mais aberto, mais sistemas, mais atividades, mais coisas acontecendo ao mesmo tempo. A história mostra, logo de começo, o templário Haytham Kenway (que mais para frente descobriríamos ser o filho de Edward), chegando às Américas e conhecendo uma nativa com quem tem um filho de nome impronunciável: Ratonhnhaké:ton, que se junta à causa dos Assassinos para encontrar os responsáveis por atacar e destruir sua aldeia e tribo enquanto se entrelaça na história dos EUA, conhecendo figuras históricas como George Washington e Benjamin Franklin.

No ranking do Metacritic, ele aparece com nota 84.

Assassin's Creed Odyssey (2018)

Assassin's Creed Odyssey foi o jogo que realmente abraçou o modelo de RPG iniciado em Origins e vai para a Grécia Antiga. Começando com Leonidas e seus 300, e depois abre um enorme mapa para você explorar com missões paralelas, guerras, opções de romance e uma história que coloca os dois protagonistas, Kassandra e Alexios, em um confronto direto que pode terminar muito bem ou muito mal, dependendo das suas escolhas.

O jogo se passa quando essas sociedades secretas ainda não eram conhecidas como “Assassinos” e “Templários” e mostra o começo das brigas pelo poder dos “Antigos”, escolhas e consequências. É muito mais sobre você do que sobre “ordem vs caos” o tempo todo.

O jogo é gigante, cheio de ilhas, cidades, mares e uma história muito profunda. O game tem até uma versão “educativa” que permite que você explore lugares da Grécia antiga e aprenda sobre ela. No ranking do Metacritic, ele aparece com 83.

AC Odyssey tem uma falha gritante na sua DLC em que força o jogador a ter um filho, mesmo quando todo o game lhe permite que você escolha sua orientação sexual. Isso quebrou muito a imersão do game e, para mim, foi uma tremenda falha da Ubisoft.

Assassin's Creed (2007)

O começo de tudo. Com uma história que leva o protagonista Altair ao coração das Cruzadas e ao principal momento histórico dos Templários tentando controlar tudo com a Maçã do Éden, a fruta proibida do conhecimento que, segundo dizem as lendas, causa a expulsão de Adão e Eva do Paraíso. Aqui, o jogo era bem mais direto, com um mapa mais “humilde”, e um sistema que simplesmente te coloca num ciclo de estudar o alvo, preparar o terreno, matar o alvo, entregar a missão e repetir tudo novamente.

Você tinha um jogo com um parkour que permitia você correr por telhados, saltar entre obstáculos, se esconder em refúgios seguros e uma progressão que lhe dava recompensas e novas armas e ferramentas a cada missão bem-sucedida. Sem upgrades ou status, você sentia a diferença entre seu personagem no começo e no fim do game. No ranking do Metacritic, ele aparece com 81 e aparece na frente de outros com a mesma nota por ser o primeiro game da franquia.

Assassin's Creed Origins (2017)

Mais uma “história de origem”, mas dessa vez, contando a Origem da Ordem dos Assassinos, seu lema e até de seu emblema que não fazíamos ideia do que era, mas, na realidade, é o esqueleto da cabeça de uma águia!

A vingança do medjai, Bayek, contra os que assassinaram seu filho o leva a descobrir e se infiltrar em uma sociedade secreta que busca proteger a humanidade dos “Ocultos” que usam poderes desconhecidos para controlar as massas e ditar os caminhos da humanidade.

Aqui você tem o começo da era RPG de Assassin's Creed, com árvores de habilidade para desbloquear talentos e melhorias, um combate voltado para a mecânica do “parry”, onde você tem que esperar o inimigo atacar, achar uma abertura em sua defesa e atacar nesse momento de vulnerabilidade. AC: Origins ainda teve um crossover improvável com Final Fantasy XV e lhe dava de recompensa um Chocobo para cavalgar no deserto. O jogo fica com nota de 81 no Metacritic.

Assassin's Creed Shadows (2025)

AC: Shadowslink outside website foi um dos AC mais pedidos por anos na fanbase de Assassin's Creed. Um AC no Japão antigo, como ninjas, samurais e katanas. Porém, quando chegou a escolha de Yasukelink outside website, um samurai real e que existiu durante o Período Sengoku, fez com que esse se tornasse um dos AC mais polêmicos e discutidos da história.

Agora, falando do game, controlamos dois protagonistas aqui, Yasuke, um samurai estrangeiro acolhido pelo xogum Oda Nobunaga e que se tornou uma lenda devido ao seu tamanho de quase dois metros e força, além de Naoe, uma ninja, ligada à linhagem dos assassinos, que quer se vingar daqueles que destruíram sua casa, a vila de Iga.

O jogo tem um ciclo de dia e noite, dois protagonistas bem distintos que permitem gameplays variados e dão uma camada de estratégia aos jogadores que podem optar por uma abordagem furtiva ou combativa, e garantiu ao jogo uma nota de 81 no Metacritic.

Assassin's Creed: Revelations (2011)

O final da saga de Ezio Auditore leva o protagonista a Constantinopla e ao antigo lar dos Assassinos, a Fortaleza de Masyaf, em busca de segredos escondidos pelo mestre Altair no cofre da cidade, antes que os Templários se apoderem dele, enquanto ele se enrola nas intrigas do império Otomano e dos remanescentes do império Bizantino. Esse game também tem o NPC mais legal e amigável de toda a saga, Yusuf Tazim.

Esse game expandiu tudo o que vimos em Brotherhood, incluiu a Lâmina Gancho ao seu arsenal, aprimorou o divertido multiplayer de “esconde-esconde” e agora, você não só gerenciava os negócios de uma cidade, mas sim todo um bairro, que ajudava você a encontrar lugares seguros para ficar, menos inimigos e descontos na compra e upgrades. Assassin's Creed: Revelations teve uma nota de 80 no Metacritic e é considerado o melhor dos três games com o protagonista florentino.

Assassin's Creed Valhalla (2020)

A definição de “tá bom, né?” em relação ao tamanho de mapas. Aqui você tem não apenas um enorme mapa cheio de montanhas, mares, segredos e cavernas, mas dois! Um nas regiões geladas da Noruega antiga da época dos Vikings e outro na velha Inglaterra. Um dos maiores mapas de toda a franquia, o que fez a Ubisoft “pisar no freio” no jogo seguinte.

Em AC: Valhalla, controlamos Eivor Varinsdottir, uma guerreira (ou guerreiro) viking que lidera um clã norueguês em incursões e assentamento na Inglaterra do século IX. Você explora por terra e mar o vasto mapa do game, tem opções românticas, atributos, árvores de habilidades e tudo que já tinha sido visto na parte de RPG em Odyssey e Origins, mas refinado e aprimorado. Este game fica com nota 80 no Metacritic e recebe críticas pela enorme quantidade de conteúdo que diluiu o impacto da narrativa.

Assassin's Creed Mirage (2023)

“Vamos voltar às nossas origens.” Essa era a promessa de AC: Mirage. Voltamos ao Oriente Médio, voltamos ao esquema de estudar o alvo, preparo da missão, assassinato e fuga, como foi o primeiro Assassin's. Também temos um mapa um pouco menor, depois que Valhalla “exagerou” no tamanho do terreno a ser explorado. A mecânica de RPG também foi deixada de lado em vários aspectos e temos uma história mais linear.

Seguimos a história de um ladrão de rua, Basim Ibn Ishaq que, ao ser pego em um assalto ousado e no meio de uma trama que não compreende, se junta aos assassinos para limpar seu nome. O apelo aqui era simples: um Assassin's Creed mais direto, com um ritmo mais contido, que tentava lembrar o feeling mais clássico de stealth e alvo, sem um monte de sistemas e mapa infinito. No ranking do Metacritic, ele também aparece com nota 76.

Assassin's Creed Syndicate (2015)

Particularmente, o meu preferido. Por quê? Porque não tem mar! Porque não tem barco! Porque eu não aguentava mais batalha naval depois de AC IV.

Deixando isso de lado, neste AC vamos para a era vitoriana de Londres, no período da revolução industrial. Um ambiente urbano, com fábricas, fumaça e dois protagonistas que podiam ser alternados no momento que você quisesse. Os irmãos Jacob e Evie Frye. Eles têm leves características diferentes, sendo Evie mais furtiva e Jacob mais combativo. Não como Yasuke e Naoe, mas ainda dava para ter um pouco de estratégia no uso dos protagonistas.

A nova mecânica de lança-cabo permite escalar prédios e deslizar por telhados rapidamente. Você podia dirigir carruagens pela cidade, explorar verticalmente Londres com o seu cabo, numa mecânica que parecia a Bat-corda de Batman Arkham. Você dominava os distritos da cidade através de guerras de gangues e ganhava recursos e segurança ao garantir um distrito para você. No Metacritic, AC: Syndicate fica com nota de 76.

Assassin's Creed Unity (2014)

A “ovelha negra” da família Assassin's Creed. AC: Unity é um jogo com uma história profunda, um multiplayer divertido que colocava vários assassinos viajando livremente pelas ruas de Paris durante a Revolução Francesa e um protagonista bastante carismático, quase rivalizando com Ezio no quesito charme. Mas, o que deu errado? A política de lançar um AC por ano da Ubisoft fez com que esse game saísse cheio de bugs.

Na época, não era incomum ver vários vídeos, imagens e gifs de NPCs nadando no ar, sumindo na terra, a imagem do rosto de Arno sem “rosto” apenas com cabelos, olhos e dentes flutuando no vazio assombra a internet como um creepypasta. Realmente, Unity se tornou um enorme problema para a franquia, manchando sua reputação de um jeito que até hoje não se esqueceu. Uma pena, pois o trabalho da empresa em recriar Paris de 1789, foi tão bom que foi usado na restauração da Catedral de Notre Dame após o incêndio de 2019. A nota de 72 no Metacritic pode espantar alguns, mas, se tiver a chance, jogue.

Menções Honrosas: Assassin's Creed: Freedom Cry (2013), Liberation (2012) e Rogue (2014)

Embora não façam parte da linha principal do tempo, Assassin's Creed Freedom Cry, Assassin's Creed Liberation e Assassin's Creed: Rogue são três jogos com uma considerável base de fãs e histórias que complementam os games e trazem visões completamente novas do mundo dos assassinos.

AC: Liberation, lançado em 2012 para o PS Vita, foi o primeiro AC com uma protagonista mulher jogável. Antes de Evie, Kassandra ou Eivor, Aveline de Grandpré já usava suas lâminas ocultas para liberar do domínio dos templários uma cidade de Nova Orleans em 1765. O jogo se destacava por sua mecânica (muito mal aproveitada) de disfarces. Aveline podia se disfarçar como uma dama da sociedade e se infiltrar em locais restritos sem chamar a atenção, como uma trabalhadora escrava e se misturar aos oprimidos ou usar seu traje de assassina para combate e stealth.

AC: Freedom Cry saiu como um spin-off de AC IV, era uma DLC standalone em que você controlava o aliado de Edward, Adéwalé, um ex-escravo que se tornou pirata e assassino navegando com seu barco pelos mares do Caribe e seu principal objetivo é libertar escravos e bagunçar as estruturas do sistema. O jogo usa a mesma base e mecânica do quarto game, então, se você gosta de navegação e exploração naval, esse é obrigatório. E o trailer é emocionante.

AC: Rogue nós, pela primeira vez, controlamos um Templário. Após jogarmos um pouco com Haytham Kenway em AC III, esse jogo nos traz um protagonista templário para controlarmos, funcionando como uma ponte entre AC: Black Flag e AC III. Shay Patrick Cormac, um assassino irlandês que se volta contra a Irmandade após um incidente catastrófico na caça a artefatos dos Antigos. Ele também foi o último AC a usar a engine clássica, a Ubisoft AnvilNext. Depois, essa engine foi abandonada e os jogos seguintes seguiram com a engine usada a partir do Unity, a Ubisoft AnvilNext 2.0.