
Moss não é simplesmente um jogo de VR sobre uma camundonga fofa; é uma aventura de livro de histórias construída em torno de um vínculo específico entre Quill, uma jovem camundonga de um povoado na floresta, e o jogador, chamado de Leitor. Desenvolvido e publicado pelo estúdio Polyarc, de Seattle, foi revelado na E3 2017 e lançado primeiro para PlayStation VR em 27 de fevereiro de 2018, antes de chegar a headsets de PC VR e, depois, a plataformas independentes. A câmera não fica atrás de Quill; cada área aparece como um palco em miniatura feito à mão, com o Leitor se inclinando, espiando, agarrando objetos, movendo plataformas e ajudando-a a lutar enquanto Quill corre, salta, escala e usa sua espada. ([blog.playstation.com](https://blog.playstation.com/2018/02/19/moss-scampers-to-ps-vr-tuesday-february-27/))
A trama começa quando Quill descobre uma misteriosa relíquia de vidro na floresta, despertando uma magia antiga e trazendo perigo para seu lar. Seu tio Argus é levado depois de avisá-la sobre a serpente cuspidora de fogo Sarffog, então Quill deixa a segurança de sua vila para atravessar templos em ruínas, florestas, minas e áreas de castelo em uma missão de resgate. A história é emoldurada como um livro aberto em uma biblioteca silenciosa, e os capítulos viram entre as cenas jogáveis. Essa moldura importa: o jogador não é invisível, mas um personagem reconhecido, cuja presença azul e espectral Quill percebe. Ela olha para o Leitor, usa gestos e movimentos semelhantes à língua de sinais para se comunicar, e pode ser curada pelo toque do jogador. ([en.wikipedia.org](https://en.wikipedia.org/wiki/Moss_%28video_game%29?utm_source=openai))
A identidade de Moss surgiu da insistência da Polyarc em que a VR poderia fazer uma aventura em terceira pessoa de pequena escala parecer íntima, em vez de distante. O combate é modesto, mas preciso: Quill se esquiva de inimigos mecânicos parecidos com besouros, golpeia com sua espada e depende do Leitor para segurar inimigos ou manipular mecanismos do ambiente. Os quebra-cabeças muitas vezes exigem dois tipos de ação ao mesmo tempo, como guiar Quill até um interruptor enquanto se gira fisicamente uma estátua ou se arrasta um bloco pela cena. O jogo se tornou um dos primeiros exclusivos mais reconhecíveis do PlayStation VR porque usou presença, escala e contato visual como ferramentas de design, não como decoração. ([polyarcgames.com](https://www.polyarcgames.com/games/moss))
Sua reputação continuou além do lançamento original. Moss recebeu indicações no The Game Awards 2018, incluindo Melhor Jogo VR/AR e Melhor Jogo Indie de Estreia, e Quill retornou em Moss: Book II, que deu continuidade à sua luta contra os Arcane. Mais tarde, a Polyarc reuniu a série em Moss: The Forgotten Relic, uma reimaginação para telas que combina Moss, Book II e Twilight Garden para jogadores sem headsets de VR. O original continua distinto porque seus riscos de fantasia são pessoais: uma heroína minúscula sabe que o gigante ao seu lado está realmente ali, olhando de volta. ([gameinformer.com](https://gameinformer.com/2018/11/13/the-game-awards-announces-2018-nominees?utm_source=openai))
Artigos
Adeus à criadora de Moss






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