A Rockstar Games publicou novas diretrizes de modificação que restringem expansões não oficiais da campanha, ports para plataformas sem lançamento oficial e projetos que unem mapas de diferentes jogos da empresa.As regras se aplicam aos títulos da Rockstar como um todo, mas surgem enquanto GTA 6 se aproxima de seu lançamento inicial nos consoles. O documento divide a política em quatro frentes: direitos autorais, conduta da comunidade, monetização não autorizada e respeito aos jogos da companhia.É nesta última seção que estão as limitações mais diretas para projetos ambiciosos. A Rockstar determina que seus mundos, personagens e histórias fazem parte da continuidade oficial de seus jogos e afirma ter o direito de estabelecer limites para o uso de suas marcas. Mods que ampliem histórias já existentes, tragam conteúdos de GTAs antigos ou combinem mapas entram na zona proibida.A medida dialoga com ações tomadas anteriormente contra projetos da comunidade. A recriação de Liberty City, cenário de GTA 4, dentro de GTA 5 foi retirada após contato da empresa. Outro caso envolveu a tentativa de recriar o mapa de GTA 6 em GTA 5, que recebeu uma ordem de remoção em março de 2025.As diretrizes também desencorajam menus de trapaça e programas que interfiram no multiplayer oficial, nos serviços online ou na plataforma licenciada de criação. Simulações militares e roleplays de conflito que representem organizações armadas reais também aparecem entre os conteúdos vetados.Na monetização, a Rockstar limita transações a provedores digitais aprovados e impede mecânicas como jogos de azar com dinheiro real, loot boxes, gacha, venda de moeda virtual e ofertas relacionadas a criptomoedas. Publicidade ou promoções de terceiros em mods também não são permitidas.Mesmo projetos fora dessas restrições não têm garantia de permanência: a Rockstar informa que pode revisar a política e remover mods ou outros conteúdos gerados por usuários a qualquer momento.
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