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Ranqueando os Soulslikes da FromSoftware do Mais Fácil ao Mais Difícil

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No artigo de hoje, listamos os Soulslike da FromSoftware do mais fácil ao mais difícil.

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revisado por Romeu

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Do Mais Fácil ao Mais Difícil

Soulslike é um gênero que engloba jogos como Dark Souls e Elden Ring, que possuem uma gameplay punitiva com chefes muito difíceis, mas que incentiva a persistência do jogador com recompensas ao vencer os desafios. O gênero foi estabelecido pela FromSoftware e, na última década, conquistou um espaço enorme na indústria, influenciando diversos títulos de outras empresas.

Neste artigo, vamos listar cada um dos Soulslike originais da FromSoftware, do mais fácil ao mais difícil, com o objetivo de eleger o jogo mais desafiador do gênero e estabelecer uma ordem de jogo para jogadores que desejam se aventurar nesse estilo pela primeira vez ou para aqueles que já tentaram antes e pretendem retornar após um tempo.

Elden Ring

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O mais “fácil” é a melhor porta de entrada para o gênero. Elden Ring é uma obra-prima da história dos games, trazendo um mundo aberto vivo e batalhas épicas, com uma exploração livre e muito recompensadora. O sistema de combate é bem mais avançado do que o dos títulos anteriores e há diversos recursos que ajudam jogadores menos experientes a sobreviver nas Terras Intermédias.

Demon’s Souls

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O primeiro Souls é aquele que serviu de modelo para a Trilogia Dark Souls, sendo a base do formato, ainda que não seja tão famoso quanto seus sucessores. Demon’s Souls foi o jogo que resgatou a filosofia de jogos mais antigos, que ofereciam pouquíssima ou nenhuma informação do que fazer ao jogador e ofereciam um desafio maior que o outro conforme a jogatina avançava.

Ainda assim, o título ainda estava longe de ser um jogo impossível como alguns de seus sucessores são considerados hoje. O gênero Soulslike foi estabelecido aqui e, por isso, Demon’s Souls merece essa posição na lista.

Dark Souls 2

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Antes de falar de Dark Souls 2, é preciso esclarecer que o ideal é jogar a trilogia em ordem para aproveitar a história ao máximo (Dark Souls 1, depois o 2 e finalizando com o 3), mas em questão de dificuldade, o segundo título da trilogia fica atrás dos outros dois e isso se torna mais evidente quando você joga em ordem.

DS2 é o mais diferente dos três, com diversas mecânicas testadas aqui e jamais replicadas em outros títulos, como a possibilidade de utilizar mais anéis e a movimentação e animações diferentes dos outros dois jogos.

Há batalhas incríveis aqui e cenários que são uma tortura de explorar, como o inesquecível Iron Keep ou a batalha contra o Fume Knight, mas ainda avalio que este é o game menos desafiador da franquia, ficando com a quinta posição no ranking de dificuldade.

Bloodborne

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Agora entramos em terreno polêmico. Bloodborne é considerado por muitos o melhor jogo da FromSoftware (o melhor jogo da Sony também para alguns), sendo sempre citado como um dos mais difíceis, mas o jogo traz diversas inovações de gameplay que vão contra essa opinião.

Bloodborne é sim um jogo difícil, com uma gameplay mais acelerada e frenética, onde você não é um cavaleiro com uma armadura pesada e um escudo, mas um caçador vestido de couro. A esquiva é a principal maneira de evitar receber dano e os inimigos são vorazes.

Porém, o maior artifício de Bloodborne em favor de uma jogatina tranquila é a mecânica de parry, que aqui é implementada com as armas de fogo e as balas que você pode coletar de inimigos abatidos. O parry em Bloodborne, quando dominado, é uma das mecânicas mais fortes do jogo e facilita muito a batalha contra boa parte dos chefes e inimigos.

Dark Souls

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O primeiro da trilogia Souls e sucessor espiritual de Demon’s Souls. Dark Souls elevou a um novo patamar tudo utilizado em seu antecessor e revolucionou a indústria, servindo como o novo pilar do gênero Soulslike. A atmosfera de Dark Fantasy, o level design genial, com cenários que se conectam e inimigos inesquecíveis, sem falar da trilha sonora incrível.

A DLC, Artorias of the Abyss, é o que eleva esse jogo a outro patamar de dificuldade, com chefes como o Cavaleiro Artorias e Manus, o Pai do Abismo, mas os chefes do jogo base não ficam atrás. É impossível pensar nesse jogo e não lembrar de Ornstein e Smough (eu mesmo perdi várias e várias horas nessa boss fight).

Dark Souls 3

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O terceiro Souls é o ápice da trilogia, não só em termos de Lore, ambientação e trilha sonora, mas também quando falamos de gameplay e dificuldade.

Lançado em 2016, Dark Souls 3 traz uma gameplay mais fluida e melhor desenvolvida em relação aos dois títulos anteriores, bebendo da fonte de ouro que é Bloodborne. Aqui há batalhas cinematográficas, já mostrando o que viria a ser Elden Ring anos depois, com chefes tão infernais que ainda hoje nos causam pesadelos. É impossível não colocar esse jogo nessa posição quando é aqui que conhecemos o horror que é enfrentar Irmã Friede e Gael, o Cavaleiro Escravo, mas o pior ainda estava por vir.

Sekiro: Shadows Die Twice

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Três anos se passaram após DS3 e a FromSoftware nos presenteou com Sekiro: Shadows Die Twice, um jogo que muitos não consideram um Soulslike, mas que possui todos os elementos em sua fórmula. Uma gameplay desafiadora, os chefes cinematográficos e um design elegante.

Em Sekiro, somos levados ao Japão Sengoku, na pele de Wolf, em um mundo cheio de ninjas e samurais. Aqui, os nervos dos jogadores são testados ao extremo em batalhas onde a esquiva já não é mais suficiente e o Parry é a principal mecânica.

Os chefes continuam diabolicamente difíceis e a gameplay se aproxima mais do que o que vemos em Bloodborne, mais rápida e frenética, mas aqui você precisa ser milimetricamente preciso, pois o menor erro pode ser fatal.

Considerações Finais

Finalizo aqui mais um artigo. Deixe suas dúvidas, sugestões, críticas e/ou elogios nos comentários. Obrigado pela leitura e até a próxima.