Os Melhores Personagens Romanceáveis dos RPGs

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Romances imersivos e cativantes tornaram-se marca registrada de alguns dos melhores RPGs de todos os tempos. Neste artigo, apresentamos alguns dos relacionamentos mais cativantes do gênero!

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Romances se tornaram parte essencial dos RPGs modernos. O que começou com sistemas lineares que simulavam dating sims e recompensas de cutscenes após conversas genéricas se tornou um dos meios mais profundos de compreender seus companheiros de equipe e personagens que ficam marcados nas lembranças dos jogadores.

Abaixo, apresentamos seis dos melhores personagens romanceáveis do gênero, baseados em profundidade, história e conexão dos jogadores com seus dilemas, além da sua capacidade de deixar uma impressão marcante mesmo dias após terminar a campanha!

Astarion (Baldur's Gate 3)

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Astarion flerta desde o primeiro acampamento; ele é deliberadamente irresistível, e qualquer jogador que já teve experiência com pessoas manipuladoras reconhece o padrão. Seu romance começa como uma performance, mas aprofundar-se em Astarion é descobrir que ele é um escravo, uma vítima de abuso que aprendeu a sobreviver usando o charme como armadura. Ele foi escravo por duzentos anos e aprendeu a sobreviver usando charme como armadura.

Baldur's Gate 3 é muito denso em escolhas com consequências, e a maneira como o jogador trata Astarion reflete bastante no quanto o personagem confia nele e também no desfecho do seu arco. Astarion nunca é o que o jogador talvez espere que ele seja, mas é de longe um dos romances mais psicologicamente fascinantes que a indústria moderna já produziu.

Garrus Vakarian (Mass Effect)

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Garrus é amplamente considerado o melhor romance da saga Mass Effect. Ele começa como um policial frustrado com o sistema no primeiro jogo, e o acompanhamos enquanto ele tenta fazer justiça com as próprias mãos. Vemos sua trama se desenrolar ao longo dos três jogos, e o ápice do seu romance melhora a cada título.

Seu traço mais marcante está na vulnerabilidade. Garrus parece durão e não tem aparência humana, mas sua personalidade tem tamanha humanidade e é tão fácil de se identificar ou simpatizar que ele logo se torna a melhor opção até para jogadores que preferem personagens com estética mais humana.

Judy Alvarez (Cyberpunk 2077)

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O romance com Judy Alvarez está disponível apenas para a V feminina em Cyberpunk 2077, mas é possivelmente um dos mais marcantes dos últimos anos. Ela começa na tragédia de Evelyn Parker e em uma busca por vingança e revolução que, eventualmente, leva a um romance que relembra a importância de ter em quem se apoiar quando não se tem mais nada, ou quando a certeza não é uma opção, além de também ter uma das cenas mais catárticas do título.

Lune (Clair Obscur: Expedition 33)

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O romance de Lune soa genuíno e sincero por começar na desconfiança da personagem em Verso após ele omitir coisas durante um ponto da trama. O elo se desenvolve com base na paciência de ambos de se conhecerem, encontrarem gostos em comum e até nas decisões que o jogador toma com outros personagens para eles descobrirem o apreço pela música.

Essa relação também tem consequências visuais mais profundas no desfecho de Expedition 33. Qualquer jogador que tenha romanceado Lune e escolhido o final do Verso no último confronto definitivamente se lembra daquele olhar.

Solas (Dragon Age: Inquisition)

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Solas é um intelectual melancólico que debate filosofia e trata a Inquisidora como igual, se ela for uma elfa, levando a um romance construído cuidadosamente ao longo de horas, mas com um plot twist: Solas rompe o relacionamento antes do final do jogo, porque o que planeja fazer tornará o relacionamento impossível. A expansão Trespasser se aprofunda na identidade de Solas e nos motivos pelos quais ele decide colocar um fim na relação, culminando em uma das despedidas mais marcantes da franquia da BioWare.

Yennefer de Vengerberg (The Witcher 3)

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O debate entre "Yenner ou Triss?" é um dos mais acalorados da franquia The Witcher até hoje, e tomamos o lado da bruxa de cabelos pretos. Afinal, a relação dela com Geralt é uma parceria entre dois iguais que reconhecem as qualidades e defeitos do outro e escolhem, mesmo assim, estar ao lado.

Romances em ficção tendem a ser perfeitos ou excessivamente tumultuados, porque isso brinca com a imaginação do interlocutor. Yenner e Geralt, porém, têm uma dúzia de camadas entre piadas internas, como a cena do unicórnio, e as discussões sobre Ciri, que revelam uma história longa, complicada e cheia de imperfeições, como um romance verdadeiro entre dois adultos em um mundo de incertezas.

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